Voe leve e sábia para encontrar solo fértil,
Mas não se acanhe em romper-se e abrir ao chegar
La no fundo...
Deixe crescer seus cabelos raízes no
Escuro uterino de Gaia mãe
E não se acanhe em crescer verdemente,
Tenro broto atrevido
E se ver...
Transformando em tronco forte a alimentar
Copa de galhos frondosos apontando
O horizonte na possibilidade
Da luta a favor dos oprimidos
Através do Teatro,
Da arte...
Permita o nascimento dos frutos
De sucos fartos...
Para que os passarinhos possam, na fome
E necessidades biológicas,
Espalhar novas gerações de sementes,
Atravessando terras, mares
E oceanos...
Com o farfalhar de asas, sem medo do opressor
Viage pelos caminhos, lançando semens
Para novos abrir de cascas, novos brotos,
Novas árvores...
Com novas sementes para novos pássaros
Semeadores, facilitando o ciclo vital
Para a transformação do mundo!
E assim será chamada Árvore do Teatro
Do Oprimido...
E alcançará o sempre...
(Meire Regina)
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